Seleção aposta em artilharia pesada no Superclássico contra a Argentina
Trio de ataque formado por Lucas, Neymar e Luis Fabiano tem 71 gols na temporada. Jogo será no estádio Serra Dourada, às 22h, desta quarta-feira
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A defesa da Argentina terá de ser forte, muito forte, para segurar a
artilharia pesada que a seleção brasileira preparou para o jogo desta
quarta-feira, às 22h, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, pelo
Superclássico das Américas. Afinal, o trio formado por Lucas, Neymar e Luis Fabiano soma 71 gols nesta temporada.
Principal jogador da Seleção, Neymar balançou 36 vezes as redes pelo Santos. Lucas, negociado recentemente com o Paris Saint-Germain por R$ 108 milhões, fez 11 gols pelo São Paulo. Também pelo time do Morumbi, Luis Fabiano, longe da Seleção desde a Copa do Mundo de 2010, colocou 24 bolas nas redes adversárias.
Se a isso forem somados os gols que cada um deles tem com a camisa da seleção brasileira, o número passa a ser 117. Luis Fabiano, com 28 gols, é o maior artilheiro dos últimos dez anos com a amarelinha. Neymar, principal goleador da era Mano Menezes, já tem 16. Lá atrás aparece Lucas, com apenas dois.
Lucas, Neymar e Luis Fabiano: força ofensiva na Seleção de Mano Menezes (Foto: Mowa Press)
Um desses dois, no entanto, foi justamente contra a Argentina, na
grande decisão do Superclássico do ano passado, em Belém. Lucas abriu o
placar aos oito minutos do segundo tempo e Neymar, aos 29, sacramentou a
vitória por 2 a 0. Aquele feito, por sinal, não sai da cabeça do
meia-atacante são-paulino.
- Foi um momento muito especial jogar contra a Argentina e fazer um
gol. Aquele foi meu primeiro e único título como profissional até aqui -
comentou Lucas.
Luis Fabiano é outro que tem ótimas recordações de duelos com a Argentina. O atacante do São Paulo jamais perdeu para os hermanos. São duas vitórias e dois empates. Em um deles, aliás, a vitória nos pênaltis deu o título da Copa América de 2004. O Fabuloso ainda fez dois no triunfo por 3 a 1, em 2009, pelas eliminatórias.
- Aqueles gols tiveram um sabor especial pelo que envolvia a partida. A vitória nos deu a classificação para a Copa do Mundo e falavam muito de Messi lá. Levaram o jogo para Rosario para fazer uma pressão na gente. Ganhar da Argentina e ver um estádio inteiro calado é mais gostoso - relembrou Luis Fabiano.
Memória EC: Luis Fabiano a três gols de virar maior artilheiro da Seleção no século
Guiñazu, Montillo, Barcos e Martinez: os 'brasileiros' da Argentina (Foto: Fernando Vasconcelos)
Curiosamente, neste primeiro desafio do Superclássico das Américas, o
ataque da Argentina também pode ser "brasileiro": o técnico Alejandro
Sabella deve mandar a campo a dupla Barcos, do Palmeiras, e Martinez, do
Corinthians. Os argentinos que atuam no Brasileirão, porém, prometem
não aliviar.
- É uma oportunidade única, sempre trabalhei para isso. Creio que posso ajudar a Argentina. Tenho que aproveitar este momento - disse o palmeirense Barcos.
A provável escalação da Argentina, porém, prevê um time bem defensivo para encarar a artilharia pesada do Brasil. São três volantes, incluindo também Guiñazu, do Internacional. O outro "brasileiro", Montillo, do Cruzeiro, pode aparecer no lugar de Martinez. Essa é uma das dúvidas do treinador hermano.
Principal jogador da Seleção, Neymar balançou 36 vezes as redes pelo Santos. Lucas, negociado recentemente com o Paris Saint-Germain por R$ 108 milhões, fez 11 gols pelo São Paulo. Também pelo time do Morumbi, Luis Fabiano, longe da Seleção desde a Copa do Mundo de 2010, colocou 24 bolas nas redes adversárias.
Se a isso forem somados os gols que cada um deles tem com a camisa da seleção brasileira, o número passa a ser 117. Luis Fabiano, com 28 gols, é o maior artilheiro dos últimos dez anos com a amarelinha. Neymar, principal goleador da era Mano Menezes, já tem 16. Lá atrás aparece Lucas, com apenas dois.
Lucas, Neymar e Luis Fabiano: força ofensiva na Seleção de Mano Menezes (Foto: Mowa Press)
Luis Fabiano é outro que tem ótimas recordações de duelos com a Argentina. O atacante do São Paulo jamais perdeu para os hermanos. São duas vitórias e dois empates. Em um deles, aliás, a vitória nos pênaltis deu o título da Copa América de 2004. O Fabuloso ainda fez dois no triunfo por 3 a 1, em 2009, pelas eliminatórias.
- Aqueles gols tiveram um sabor especial pelo que envolvia a partida. A vitória nos deu a classificação para a Copa do Mundo e falavam muito de Messi lá. Levaram o jogo para Rosario para fazer uma pressão na gente. Ganhar da Argentina e ver um estádio inteiro calado é mais gostoso - relembrou Luis Fabiano.
Memória EC: Luis Fabiano a três gols de virar maior artilheiro da Seleção no século
Guiñazu, Montillo, Barcos e Martinez: os 'brasileiros' da Argentina (Foto: Fernando Vasconcelos)- É uma oportunidade única, sempre trabalhei para isso. Creio que posso ajudar a Argentina. Tenho que aproveitar este momento - disse o palmeirense Barcos.
A provável escalação da Argentina, porém, prevê um time bem defensivo para encarar a artilharia pesada do Brasil. São três volantes, incluindo também Guiñazu, do Internacional. O outro "brasileiro", Montillo, do Cruzeiro, pode aparecer no lugar de Martinez. Essa é uma das dúvidas do treinador hermano.
| Jefferson; Lucas Marques, Dedé, Réver e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Jadson; Lucas, Neymar e Luis Fabiano. | Ustari; Vergini, Sebá Dominguez e Desábato; Peruzzi, Maxi Rodriguez, Ponzio (Braña), Guiñazu e Clemente Rodríguez; Martinez (Montillo) e Barcos. |
| Técnico: Mano Menezes | Técnico: Alejandro Sabella |
| Data: 19/09/2011. Local: estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO). Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai). Auxiliares: Rodney Ubaldo Aquino e Carlos Santiago Caceres (ambos do Paraguai) | |
| Transmissão: a TV Globo, o Sportv e o GLOBOESPORTE.COM exibem ao vivo. O site também acompanha os lances em Tempo Real. | |
Ganso: São Paulo topa pagar à vista, e Santos responde nesta quarta-feira
Tricolor oferece R$ 23,8 milhões à vista e porcentagem em lucro de venda futura; dívida do Peixe com o DIS é último entrave para a transferência
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Paulo Henrique Ganso está perto de definir seufuturo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Tudo foi acertado num encontro na manhã de terça, em que os presidentes Juvenal Juvêncio e Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, além do diretor de futebol tricolor, Adalberto Baptista, chegaram a um consenso sobre a proposta. Porém, um problema judicial entre Santos e DIS, grupo de investidores que detém 55% dos direitos econômicos do jogador, pode impedir a transferência.
Recentemente, o DIS ganhou na Justiça o direito de penhorar 20% das receitas do Santos, em razão de uma dívida do clube referente às vendas de Wesley para o Werder Bremen, e André para o Dínamo de Kiev, ambas em 2010. Como os investidores têm total interesse em ver Ganso no São Paulo, a diretoria alvinegra se aproveitou disso e exigiu que as ações fossem retiradas, além do valor da dívida ser renegociado.
Delcir Sonda, presidente do grupo, não aceitou atrelar um negócio ao outro. O DIS espera que o Santos aceite a proposta são-paulina, independentemente da pendência judicial. O Comitê de Gestão deverá analisar e responder à oferta, que já está em mãos, na manhã desta quarta-feira, mas sem a presença de Laor, que embarcou nesta terça para a Suíça, onde terá reuniões na Fifa. O GLOBOESPORTE.COM apurou junto a uma pessoa ligada ao Santos que a tendência é de que o negócio seja concretizado.
Essa foi a quarta proposta enviada pelo São Paulo ao Santos. A primeira, no dia 21 de agosto, foi considerada "ridícula" pelos dirigentes. O Tricolor queria pagar R$ 23 milhões por 100% dos direitos econômicos de Ganso. Assim, o Peixe, que seria obrigado a repassar 55% ao DIS, ficaria apenas com R$ 10,7 milhões. A segunda proposta, nove dias depois, atingiu cerca de R$ 28 milhões (R$ 12,6 milhões para o Santos), e também foi prontamente recusada.
Convencido de que não conseguiria adquirir Ganso em sua totalidade, o São Paulo chegou a um acordo com o Santos na noite da última sexta-feira, e na segunda mandou uma proposta de R$ 23,8 milhões, divididos em duas parcelas: a primeira, de R$ 12 milhões, a ser paga imediatamente, e outra de R$ 11,8 milhões com prazo até fim de janeiro de 2013. A forma de pagamento desagradou ao Peixe, que novamente recusou.
Agora, com ajuda do DIS, que está pagando parte do valor, os tricolores toparam enviar o dinheiro à vista e ainda incluíram a cláusula de mais-valia. Inicialmente, o Santos queria 10% sobre um futuro lucro, mas o São Paulo convenceu o rival a aceitar 5%.
Como as inscrições no Campeonato Brasileiro se encerram na sexta-feira, essa deve ser a última cartada de São Paulo e DIS para tirarem Ganso da Vila Belmiro. O jogador já manifestou sua vontade de jogar no Morumbi ao São Paulo, ao presidente Luis Alvaro e ao técnico do Grêmio, Vanderlei Luxemburgo, o que fez o clube gaúcho desistir de sua contratação.
Vitória descansa antes de pegar o Goiás
Publicada em 18/09/2012 00:13:00
Carpegiani ganhou uma semana
Enfim, após sete rodadas, o treinador Paulo Cesar
Carpegiani ganhou uma semana para descansar os jogadores do Vitória,
recuperar quem está entregue ao departamento médico e ter tempo para
preparar o time para mais uma partida decisiva.
No próximo sábado, às 16h, no Barradão, o rubro-negro enfrenta o Goiás, terceiro colocado na classificação e adversário direto na briga pelo título da Série B deste ano.
Os goianos vêm fazendo a melhor campanha do returno, com cinco vitórias e um empate, o que motiva ainda mais a torcida rubro-negra a comparecer em grande número ao Barradão e quebrar o recorde de público da competição, registrado na vitória do Leão por 1 a 0 sobre o CRB, no dia 28 de julho, com mais de 32 mil pagantes. O segundo maior público também é do Vitória, contra o Criciúma, pela 22ª rodada, com mais de 31 mil torcedores. O horário de sábado, às 16h, também será um atrativo, ao contrário dos jogos às terças e sextas-feiras, que acontecem às 19h30.
A última vez que Carpegiani teve uma semana para preparar o Vitória foi no intervalo entre os triunfos por 2 a 1, contra o Joinville, no Barradão, em partida válida pela 18ª rodada, e por 3 a 1 sobre o Ceará, em Fortaleza, pela rodada seguinte. A vitória sobre o alvinegro cearense, no Estádio Presidente Vargas, aconteceu no dia 24 de agosto.
A tranquilidade para trabalhar é tão grande que Carpegiani nem retornou a Salvador após o empate de 0 a 0 diante do Guarani, no último sábado, em Campinas. Ele foi a Porto Alegre resolver problemas pessoais e só reassume hoje o comando do grupo na Toca do Leão. Os jogadores Michel, Pedro Ken e Rodrigo Mancha ficaram em São Paulo e também voltam hoje aos treinos, que serão realizados em dois turnos.
Cinco pontos separam o Vitória de Criciúma e Goiás, vice-líder e terceiro colocado, respectivamente. O clube baiano tem 54 pontos contra 49 dos rivais. Uma vitória sobre os goianos permite ao rubro-negro colocar oito pontos de vantagem. Já uma derrota dá ao Goiás a chance de diminuir a diferença para apenas dois pontos. Também na cola do rubro-negro, o Criciúma enfrenta o Ipatinga, em Minas Gerais.
Além da briga direta pela liderança da Série B, o duelo com o Goiás tem um gosto especial para o Vitória. Gosto de revanche. No primeiro turno, em Goiânia, o rubro-negro vencia o jogo por 3 a 0 e acabou sofrendo uma virada histórica por 4 a 3. Naquele dia, os rubro-negros reclamaram de um pênalti inexistente que originou o quarto gol do adversário.
O pior é que foi a segunda vez que os goianos venceram o Vitória dessa maneira. A primeira, no ano de 2003, foi ainda mais dolorosa para o rubro-negro baiano porque aconteceu no Barradão. Naquele confronto, válido também pelo Campeonato Brasileiro, só que da Série A, marcaram para o Vitória o atacante Zé Roberto (atualmente no Bahia) e os meias Dudu Cearense e Alessandro Azevedo.
Para o Goiás, Grafite e Dimba fizeram dois gols cada
No próximo sábado, às 16h, no Barradão, o rubro-negro enfrenta o Goiás, terceiro colocado na classificação e adversário direto na briga pelo título da Série B deste ano.
Os goianos vêm fazendo a melhor campanha do returno, com cinco vitórias e um empate, o que motiva ainda mais a torcida rubro-negra a comparecer em grande número ao Barradão e quebrar o recorde de público da competição, registrado na vitória do Leão por 1 a 0 sobre o CRB, no dia 28 de julho, com mais de 32 mil pagantes. O segundo maior público também é do Vitória, contra o Criciúma, pela 22ª rodada, com mais de 31 mil torcedores. O horário de sábado, às 16h, também será um atrativo, ao contrário dos jogos às terças e sextas-feiras, que acontecem às 19h30.
A última vez que Carpegiani teve uma semana para preparar o Vitória foi no intervalo entre os triunfos por 2 a 1, contra o Joinville, no Barradão, em partida válida pela 18ª rodada, e por 3 a 1 sobre o Ceará, em Fortaleza, pela rodada seguinte. A vitória sobre o alvinegro cearense, no Estádio Presidente Vargas, aconteceu no dia 24 de agosto.
A tranquilidade para trabalhar é tão grande que Carpegiani nem retornou a Salvador após o empate de 0 a 0 diante do Guarani, no último sábado, em Campinas. Ele foi a Porto Alegre resolver problemas pessoais e só reassume hoje o comando do grupo na Toca do Leão. Os jogadores Michel, Pedro Ken e Rodrigo Mancha ficaram em São Paulo e também voltam hoje aos treinos, que serão realizados em dois turnos.
Cinco pontos separam o Vitória de Criciúma e Goiás, vice-líder e terceiro colocado, respectivamente. O clube baiano tem 54 pontos contra 49 dos rivais. Uma vitória sobre os goianos permite ao rubro-negro colocar oito pontos de vantagem. Já uma derrota dá ao Goiás a chance de diminuir a diferença para apenas dois pontos. Também na cola do rubro-negro, o Criciúma enfrenta o Ipatinga, em Minas Gerais.
Além da briga direta pela liderança da Série B, o duelo com o Goiás tem um gosto especial para o Vitória. Gosto de revanche. No primeiro turno, em Goiânia, o rubro-negro vencia o jogo por 3 a 0 e acabou sofrendo uma virada histórica por 4 a 3. Naquele dia, os rubro-negros reclamaram de um pênalti inexistente que originou o quarto gol do adversário.
O pior é que foi a segunda vez que os goianos venceram o Vitória dessa maneira. A primeira, no ano de 2003, foi ainda mais dolorosa para o rubro-negro baiano porque aconteceu no Barradão. Naquele confronto, válido também pelo Campeonato Brasileiro, só que da Série A, marcaram para o Vitória o atacante Zé Roberto (atualmente no Bahia) e os meias Dudu Cearense e Alessandro Azevedo.
Para o Goiás, Grafite e Dimba fizeram dois gols cada
Bahia ressurge das cinzas e convence
Publicada em 18/09/2012 00:11:00
O Bahia faz a melhor campanha do returno
O Bahia é assim. De onde menos se espera, com uma força que
vem dos corações dos milhares de fiéis e fanáticos torcedores, dá a
volta por cima e conquista resultados que constroem a sua história e
reforçam a mística de um clube que nasceu para vencer.
De virtual rebaixado para a 2ª Divisão de 2013, em sete jogos o tricolor baiano superou todos os grandes clubes, e é hoje, disparado, o melhor time, com a melhor campanha da 2ª fase da 1ª Divisão.
O Bahia vence e convence, e é hoje a grande sensação do futebol brasileiro, num time que reformulou muito pouco seu grupo, e deu a volta por cima a partir da contratação do técnico Jorginho. De Norte a Sul do País, todos cantam em versos e prosas as façanhas do tricolor baiano, como o triunfo, de virada, de 2 a 1 sobre o Figueirense, domingo passado, no Estádio de Pituaçu.
Sites, blogs, Twitter, Facebook, emissoras de rádio, TV e jornais do Brasil exaltam a reviravolta do Bahia, que em 19 jogos da 1ª fase somou 17 pontos.
Em apenas seis partidas do 2º turno, o tricolor baiano já conquistou 14 pontos, o que corresponde a 82% do desempenho da primeira metade da Série A do Campeonato Brasileiro, chegou aos 31 pontos ga-nhos e já é o 13º colocado na tabela de classificação à frente de clubes tradicionais do futebol brasileiro como Flamengo, Coritiba, Palmeiras, entre outros.
Nas previsões do site chancedegol.com.br, feitas pelo matemático Tristão Garcia, as chances de rebaixamento do Bahia para a Série B em 2013 caíram para 6,5%.
Quando mais precisava, a “estrela” tricolor brilhou para mudar os rumos do tricolor na Série A. Com a inesperada saída do técnico Caio Júnior, a direção do Bahia “sacou” rápido e trouxe o grande responsável por esta reação do time na 2ª Fase do Brasileiro. Ainda invicto, ganhou quatro e empatou dois dos seis jogos que tem à frente da equipe o treinador que conseguiu unir o grupo e devolver a motivação e o moral dos jogadores para a reação na competição e a autoestima da torcida tricolor, que andava em baixa.
Além disso, quando tudo parecia que iria acabar numa sexta-feira, quando o Palmeiras ofereceu a Jorginho o prêmio de R$ 2 milhões para tirar o clube da 2ª Divisão de 2013, e salários de R$ 500 mil (quase três vezes mais do que ele ganha no futebol baiano) até o final do ano, o treinador disse “não”. Constrangido, é verdade, mas não aceitou admitir publicamente que pedia demissão para assumir o clube paulista.
“Só saio se o presidente me liberar, me demitir”, e Jorginho continua no CT do Fazendão.
De virtual rebaixado para a 2ª Divisão de 2013, em sete jogos o tricolor baiano superou todos os grandes clubes, e é hoje, disparado, o melhor time, com a melhor campanha da 2ª fase da 1ª Divisão.
O Bahia vence e convence, e é hoje a grande sensação do futebol brasileiro, num time que reformulou muito pouco seu grupo, e deu a volta por cima a partir da contratação do técnico Jorginho. De Norte a Sul do País, todos cantam em versos e prosas as façanhas do tricolor baiano, como o triunfo, de virada, de 2 a 1 sobre o Figueirense, domingo passado, no Estádio de Pituaçu.
Sites, blogs, Twitter, Facebook, emissoras de rádio, TV e jornais do Brasil exaltam a reviravolta do Bahia, que em 19 jogos da 1ª fase somou 17 pontos.
Em apenas seis partidas do 2º turno, o tricolor baiano já conquistou 14 pontos, o que corresponde a 82% do desempenho da primeira metade da Série A do Campeonato Brasileiro, chegou aos 31 pontos ga-nhos e já é o 13º colocado na tabela de classificação à frente de clubes tradicionais do futebol brasileiro como Flamengo, Coritiba, Palmeiras, entre outros.
Nas previsões do site chancedegol.com.br, feitas pelo matemático Tristão Garcia, as chances de rebaixamento do Bahia para a Série B em 2013 caíram para 6,5%.
Quando mais precisava, a “estrela” tricolor brilhou para mudar os rumos do tricolor na Série A. Com a inesperada saída do técnico Caio Júnior, a direção do Bahia “sacou” rápido e trouxe o grande responsável por esta reação do time na 2ª Fase do Brasileiro. Ainda invicto, ganhou quatro e empatou dois dos seis jogos que tem à frente da equipe o treinador que conseguiu unir o grupo e devolver a motivação e o moral dos jogadores para a reação na competição e a autoestima da torcida tricolor, que andava em baixa.
Além disso, quando tudo parecia que iria acabar numa sexta-feira, quando o Palmeiras ofereceu a Jorginho o prêmio de R$ 2 milhões para tirar o clube da 2ª Divisão de 2013, e salários de R$ 500 mil (quase três vezes mais do que ele ganha no futebol baiano) até o final do ano, o treinador disse “não”. Constrangido, é verdade, mas não aceitou admitir publicamente que pedia demissão para assumir o clube paulista.
“Só saio se o presidente me liberar, me demitir”, e Jorginho continua no CT do Fazendão.
Estrelas paulistas, Lucas, Neymar e Luis Fabiano serão titulares de Mano
São-paulinos e santista serão os responsáveis pelo comando de ataque no duelo desta quarta-feira, contra a Argentina, às 22h, no Serra Dourada
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A seleção brasileira está definida para o confronto de quarta-feira, às
22h (de Brasília), contra a Argentina, no estádio Serra Dourada, em
Goiânia, pelo Superclássico das Américas. No treinamento na tarde desta
terça, no palco da partida, o técnico Mano Menezes treinou os titulares
com Lucas, Neymar e Luis Fabiano no comando do ataque.
Com a intenção de aproveitar o entrosamento do São Paulo, o técnico também colocou Jadson, rei das assistências no Campeonato Brasileiro, como meia. Na contenção e na lateral esquerda, o comandante da Seleção também vai apostar no dia-a-dia do clube. No caso o Corinthians. Fábio Santos, Ralf e Paulinho também iniciam a partida.
Mano conversa com Lucas, Neymar e Luís Fabiano durante treino da Seleção (Foto: Mowa Press)
A escalação do Brasil para o duelo com a Argentina fica assim:
Jefferson; Lucas Marques, Dedé, Réver e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e
Jadson; Lucas, Neymar e Luis Fabiano. São apenas duas as estreias com a
camisa verde-amarela: o lateral-direito Lucas Marques, do Botafogo, e o
esquerdo Fábio Santos, do Corinthians.
A partida entre Brasil e Argentina, no Serra Dourada, em Goiânia, terá transmissão ao vivo da TV Globo, do Sportv e do GLOBOESPORTE.COM. O site também acompanha o duelo tem Tempo Real. No ano passado, a Seleção foi campeã do Superclássico depois de um 0 a 0 em Córdoba e uma vitória por 2 a 0 em Belém, gols de Lucas e Neymar.
Neymar e Lucas treinam finalizações contra Jefferson (Foto: Fabricio Marques / Globoesporte.com)
Com a intenção de aproveitar o entrosamento do São Paulo, o técnico também colocou Jadson, rei das assistências no Campeonato Brasileiro, como meia. Na contenção e na lateral esquerda, o comandante da Seleção também vai apostar no dia-a-dia do clube. No caso o Corinthians. Fábio Santos, Ralf e Paulinho também iniciam a partida.
Mano conversa com Lucas, Neymar e Luís Fabiano durante treino da Seleção (Foto: Mowa Press)
saiba mais
No treinamento desta tarde, o técnico Mano Menezes comandou um rápido
trabalho tático, com os titulares apenas treinando posicionamento, sem
adversário. Os reservas fizeram uma atividade separada. Antes disso, a
tradicional roda de bobinho e os exercícios físicos deram o tom no
treinamento. No final, os jogadores fizeram um recreativo.A partida entre Brasil e Argentina, no Serra Dourada, em Goiânia, terá transmissão ao vivo da TV Globo, do Sportv e do GLOBOESPORTE.COM. O site também acompanha o duelo tem Tempo Real. No ano passado, a Seleção foi campeã do Superclássico depois de um 0 a 0 em Córdoba e uma vitória por 2 a 0 em Belém, gols de Lucas e Neymar.
Neymar e Lucas treinam finalizações contra Jefferson (Foto: Fabricio Marques / Globoesporte.com)
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