Fred se diverte e faz embaixadinha em participação no programa Altas Horas
Fred defende 'rapidinha' antes de jogos, ri de flagra na balada e arranca suspiros em programa
Luiza OliveiraDo UOL, em São Paulo
FRED: CHATEADO AO NÃO SER CONVOCADO
-
O atacante Fred tem sido um dos assuntos mais comentados durante as
últimas semanas e não só pelos gols que faz pelo Fluminense. As
declarações polêmicas do atacante sobre a sua ausência das convocações
para os últimos amistosos da seleção e sobre o técnico Mano Menezes
geraram muita repercussão. Nesta quinta-feira, o camisa 9 do Flu falou
sobre o assunto e amenizou as críticas.
Laura respondeu que sexo não é prejudicial ao desempenho dos jogadores, desde que não seja uma atividade muito exaustiva. Fred não perdoou. “Uma rapidinha já resolve...”.
A declaração deixou as mulheres da plateia entusiasmadas. Os assovios e os gritos de ‘lindo’ ecoaram no estúdio desde o momento em que o jogador foi apresentado por Serginho Groisman no início da atração.
Fred levou com bom humor até um episódio embaraçoso. O programa mostrou uma foto em que o jogador aparecia com um fã na balada sertaneja mais conhecida de Belo Horizonte.
“Me alivia aí, fala que foi no teatro. Senão vão me chamar de cachaceiro. É uma boate boa em BH, tem um povo bonito”, disse.
Fred só adotou o tom sério ao falar sobre as cobranças da torcida. No ano passado, ele teve desentendimentos com a torcida do Fluminense ao ser acusado de ir para 'noitadas'. Depois de ter sido visto em um bar e perseguido pelas ruas de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, ele discutiu com a diretoria e ameaçou deixar o clube.
O atacante defendeu que a vida pessoal deve ser respeitada e que os atletas têm direito à diversão. “Incomoda quando parte para a violência, não concordo e não aceito. O Brasil vive dessa paixão. A gente espera que o torcedor encontre a barreira de respeito à vida pessoal. Jogador tem direito de ir a um restaurante, tomar um vinho com a namorada, sair com quem for. Jogador merece isso”.
14/09/2012 00h05
- Atualizado em
14/09/2012 00h07
Oswaldo espera volta de Seedorf no domingo: 'A falta que ele faz é óbvia'
Técnico do Bota lamenta ausência do holandês no empate com o Inter e cita experiência do elenco rival como fator importante na construção do resultado
9 comentários

A expectativa de Oswaldo é de que Seedorf possa estar disponível para o jogo com a Ponte Preta, domingo, em Campinas. Na sequência, o time terá intervalos para trabalhar com apenas um jogo por semana nos próximos 20 dias.
- A falta que ele faz é óbvia. Tivemos um jogo duríssimo e a experiência desses caras faz diferença. É importante ter a presença do Seedorf. Provavelmente, ele volta domingo. Já o vi treinando hoje (quinta-feira) e fará ainda uma parte mais específica nos próximos dias - comentou Oswaldo.
Oswaldo de Oliveira observa o jogo desta quinta-feira (Foto: Wagner Meier / AGIF)- Vez por outra, precisamos deixá-lo fora. Desde o São Paulo, ele já estava sentindo dores. Descansou contra o Coritiba e fez um grande jogo contra o Cruzeiro. Agora, voltou a sentir e achamos melhor que tenha uma recuperação plena de forma mais efetiuva - explicou Oswaldo.
O Botafogo terminou a rodada na quinta colocação, com 38 pontos, quatro pontos atrás do Vasco, que seria o último classificado para a Taça Libertadores do ano que vem.
Felipão tentou mostrar a atletas que título da Copa do Brasil não era suficiente
Crise que fez Felipão cair teve Bope, padre e dedo-duro contra deslumbramento de jogadores
Danilo Lavieri e Ricardo PerroneDo UOL, em São Paulo
Entre a conquista da Copa do Brasil, em julho, e sua queda, oficializada nesta quinta-feira, Felipão usou das mais variadas táticas para acabar com esse deslumbramento. Deu palestras motivacionais, broncas, barrou a imprensa de entrar no CT, chamou psicóloga, pediu contratações pouco acreditadas para balançar o elenco e usou até da religião e do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) para mudar o ânimo da equipe. Nada disso adiantou.
Luiz Felipe Scolari

Foto 226 de 226 - Entrevista com o técnico Luiz Felipe Scolari, da seleção brasileira, em Assunção, no Paraguai Arquivo/Reuters
LEIA MAIS DO PALMEIRAS
- Felipão é demitido e deixa o Palmeiras em crise após 26 meses no comando e um título
- Narciso comandará o Palmeiras no clássico deste domingo, diante do Corinthians
- Rival de Felipão, ex-gerente desabafa: "O ambiente do Palmeiras era promíscuo"
- "Nada me segura aqui", diz Leão sobre chance de trocar São Caetano por Palmeiras
- Palmeiras pagou multa para acertar a demissão de Luiz Felipe Scolari
No passado, já havia sido assim. Marcos, por exemplo, admite que Felipão mantinha contato com a Mancha Verde na sua primeira passagem pelo clube para avisar os organizados de quando os atletas estavam acima do peso. Na ocasião, especialmente pelo aval da Parmalat, a artimanha funcionou. Desta vez, o feitiço, literalmente, virou contra o feiticeiro.
"Para mim, a leitura é clara. As coisas demoraram a acontecer depois da Copa do Brasil, mas, quando começaram a acontecer, o Felipão perdeu o controle do grupo. A história do dedo-duro ninguém engoliu. Acho que trocar o técnico foi uma medida emergencial, mas, agora, espero que Tirone faça a limpeza completa. Ele poderia trocar até a grama da Academia", disse um dos dirigentes que faz parte de sua diretoria e que chegou a ser usado pela comissão como possível bode expiatório para a polêmica do dedo-duro.
Como últimas tentativas para tentar tirar o Palmeiras da zona de rebaixamento, Felipão apelou mais uma vez para o motivacional. Em São Paulo, convocou um padre para uma oração no vestiário. Depois, chamou um pastor para agradar os evangélicos. O resultado foi uma vitória contra o Sport, mas uma derrota diante do Atlético-MG.
Final da Copa do Brasil - Coritiba x Palmeiras

Foto 42 de 56 - Jogadores
do Palmeiras comemoram a conquista do título da Copa do Brasil. Taça
foi confirmada com o empate por 1 a 1 com o Coritiba no estádio Couto
Pereira. No primeiro jogo da final, o time paulista havia vencido por 2 a
0 na Arena Barueri. De quebra, a equipe se classificou para a
Libertadores de 2013 Mais Rivaldo Gomes/Folhapress
Agora, após a saída, Felipão deixa o time na 18ª colocação do Brasileirão, com 20 pontos, a sete de sair da zona de rebaixamento. No momento, o presidente Arnaldo Tirone estuda dois perfis completamente diferentes para comandar o Palmeiras nas últimas 14 rodadas do campeonato. Jorginho, hoje no Bahia, faz a linha mais calma e motivadora, que passaria confiança aos atletas. Émerson Leão, atualmente no São Caetano, tem um estilo mais durão, que poderia dar uma sacudida na equipe.
Enquanto um novo técnico não é contratado, o Palmeira fica sob o comando de Narciso, treinador das categorias de base. Ele dirigirá a equipe no próximo compromisso, no domingo, contra o arquirrival Corinthians no Pacaembu.
Paulo Henrique Ganso vive 'dia D' para trocar o Santos por Grêmio ou São Paulo
São Paulo e Grêmio mostram suas armas, e Ganso tem dia D para sair do Santos
Marinho Saldanha, Renan Prates, Ricardo Perrone e Samir CarvalhoDo UOL, em Porto Alegre, São Paulo e em Santos
PH Ganso fica entre Grêmio e São Paulo
-
Tanto gaúchos quanto paulistas querem o meia que viveu momentos
intensos na quinta-feira. Porém, o destino só será conhecido nesta
sexta, se a novela realmente for encerrada com final feliz para alguém
Neste contexto, surgiu o Grêmio. No início, o interesse gremista parecia uma forma de tumultuar a negociação e deixar o São Paulo pressionado, mas nesta quinta-feira a reunião com a DIS (fundo detentor dos outros 55% dos direitos de Ganso) deixou o Tricolor gaúcho em pé de igualdade da negociação.
Os dirigentes do clube do sul do país mudaram o discurso e passaram a exibir confiança no êxito da negociação. Ganso viria para o Grêmio com o apoio de empresas parceiras do clube e da OAS (parceira na construção da Arena). Os mesmos investidores já tentaram trazer Ronaldinho Gaúcho e Giuliano, mas ambas as negociações foram fracassadas. O fato é que a tão falada prioridade do São Paulo para contratar Ganso acabou. Pelo menos visão dos gremistas.
"O presidente Paulo Odone pilota o processo. O que nós podíamos fazer, já fizemos, que era a aproximação e encontro com o profissional. Agora estamos na engenharia financeira da contratação, que é muito difícil. Mas aqui sempre agimos de forma transparente com o torcedor. Não fizemos loucura. Conversamos com o atleta e seus procuradores. Os números são compatíveis com o Grêmio, viáveis. Temos que encontrar a solução para encaixar algumas peças neste quebra-cabeça. Os números estão acertados. Faltam detalhes", disse Paulo Pelaipe, diretor executivo de futebol do Grêmio, após a vitória desta quinta contra o Náutico.
A novela dura quase um mês...
O São Paulo negocia com a DIS como poderá pagar os R$ 23,8 milhões pedidos pelo Santos por Ganso. Não é descartada uma ajuda financeira do fundo, já que o seu dono, Delcir Sonda, é torcedor declarado do Inter, arquirrival do Grêmio. O diretor de futebol do time paulista, Adalberto Baptista, ganhou carta branca para intermediar as negociações. Ele aposta no poder de sedução ao jogador. Até a camisa 8 (usada pelo seu ídolo Kaká) foi reservada para o meia santista, que se encantou com a possibilidade de jogar num clube com a estrutura do Tricolor paulista.
No Grêmio, a negociação ganhou proporções maiores pelos fatores políticos que a envolvem. O atual comando gremista, casualmente ou não, passou a admitir publicamente a negociação logo depois de Fábio Koff [candidato à presidência pela oposição] garantir que tem um 'reforço misterioso' já contratado para caso vença o pleito. A eleição ocorre, em primeiro turno, em setembro. Concretizando a compra de Ganso, Odone [que concorre à reeleição] amplia o apoio popular, já que em segundo turno a disputa presidencial gremista terá participação dos associados.
No São Paulo, Ganso também pode ser 'cabo eleitoral'. O presidente Juvenal Juvêncio precisa de um fator extra-campo que faça o torcedor esquecer o desempenho cambaleante do clube no atual Brasileirão. Contratar Ganso cairia como uma luva nesse contexto. Mas perder o jogador para o Grêmio irá gerar uma cobrança ainda maior no mandatário, que articula para escolher um sucessor para as eleições de 2014. O São Paulo pode até ver o camisa 10 santista migrar para o rival gaúcho. Mas irá brigar até o fim.
Paulo Henrique Ganso

Foto 426 de 426 - Paulo Henrique Ganso do Santos disputa bola com Darío Conca do Fluminense Ricardo Ayres/Photocamera/Divulgação

Nenhum comentário:
Postar um comentário